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"Eletrizante" Se por instante segundos, é terno infante o que há diante ... deixa ele por um triz, ante.
A cor que se instala e mancha no em escala perfume exala ... da pintura que fala a sua cala.
Sua parede não é branca ... seu amor ali estampa.
Como se for o bastante nada terá de obstante tão relaxante ... a visão que tem é radiante.
RADIO-GRAFIA POR
EDUARDO
ÀS 14:56
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"Situs In Versos" O avesso nem sempre é o lado contrário quando se faz do âmago um santuário do qual foi criação ... nunca agindo como projeção.
O averso faz dele o próprio inventáro e há versos ditos em seu prontuário recita o que já curou ... sem saber do modo como jurou.
Todo é feito adverso ... tudo escrito é controverso.
Faz da alma o seu trans, parente o que há ali dentro é visto à frente ... a vícera com o seu turgor intenso fora de lugar, denominando o inverso.
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EDUARDO
ÀS 09:25
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"O Silêncio Sentido" Consegue ouvir o silêncio, está vagando por entre nós como um rio fluindo na direção da sua foz... ao seu leito alguém reside e pesca alguns pensamentos certa hora se transborba, fica escasso em argumentos
Qual é o sentido da sua voz? Por qual o ouvido propaga essa voz?
Vai em frente sem haver ruídos, uma forte corrente o arrastando no mundo ao lado um tom sombrio, é a natureza se calando olha o universo, o ínfimo infinito, com seu brilho, os pontos na escuridão... aqui debaixo um mundo imperfeito, faz companhia a solidão
Qual é o sentido de estar a sós? Por qual o motivo estamos nós a sós?
As palavras se escondem, achá las será um desafio da sua mente elas escorrem, vão por entre as margens daquele rio... daí mudas frases vão surgindo, pela surdez qual penetrando seria um inseto aqui zumbindo, seria alguém sussurrando
Qual é sentido em que vivemos nós? Por qual o devido é que vivemos nós?
Mais um dia vai surgindo, aqui dentro os raios vão chegando o escuro se revela gritando a beira janela... um vulto claro que cega, no céu o amarelo dourado sol que tráz a vida a esta terra e ilumina o que sou
Seria mesmo este o sentido da sua luz? venha ver o colorido de toda essa luz ...
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EDUARDO
ÀS 19:06
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“No Fundo do Posso” Eis o posso, é raso e ável onde o fundo mergulha instável ... entre desejos, constante lábil tais como segredos do contato, o lábio.
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EDUARDO
ÀS 15:19
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"Destino Omisso Ao Vício" Ou sá, a voz que vem deste hino que ecoa em timbre alpino faz d´avalanche deslizar ... e o caminho alterno, ativo, soterrar.
Num favor sem compra, omisso ao vislumbre não há viso invés, instiga como mal olhar ... suspeita a ver são, confabular.
Ao encarnar com´um suplício vír e ver, entregue ao vício é propício deste lar ... cale-se vazio, deixa o abandono no ar.
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EDUARDO
ÀS 21:56
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"Bulimia" Aquele amor ebuli, mia se a chamas perto em demais, ia ... que é bom deveras, é feito all for, ria
A contra adição invalida deixar ao outro em grave vida situa a ação toda em manobra evasiva ...
Ou fato se torna inflexivo ... faz gosto do favo sabor indevido na rela, ação, ingestos de tom agressivo.
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EDUARDO
ÀS 20:14
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"Artefato" Um qualquer sem alma ... não passa de um hiato sem caber ao carma a visão do desacato de modo insipiente ... o vazio preenche o seu lado saliente.
Seja qual for sua cara ... denuncia o seguinte ato insana, expressa fazer arte, é fato poluindo o ambiente ... esguio, transcende seu recipiente.
Faz estar, é anônimo ... discrição, seu sinônimo fosse ninguém homólogo descreve se, em monólogo.
O que repousa na palma ... é de tamanho nato inseguro, com o encaixe sensato das linhas envolventes ... prediz no caráter, o que é certamente.
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EDUARDO
ÀS 23:10
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“O Trem Com O Eixo Fora Dos Trilhos” Ele é como um sonhador é quem colocará o mundo de volta em seus trilhos e ele é feito um pensador ... que imagina e traça, como driblar futuros desvios.
Pensa ... pensa ... e pouco fala pensa que pensa e não diz nada mas logo se pronunciará!
Ele é um outro observador que na quietude, deslumbra os olhos em ínfimos detalhes e ele se diz um amador ... que ainda procura sua outra parte pelos vastos lugares.
Olha ... olha ... as vezes toca olhá lá, olha cá, quando se toca e ele encontrará!
Rascunha um sonho em uma terra feita de papel rabisca o seu acordar sem se deixar tornar pinel.
Pois vai embora o trem ... descarrilha o seu trem e qual trem não faz fumaça? que na desgraça ... apita o trem ... ele já invém, como lhe convém.
Ele é como um sonhador ... é quem voltará o mundo ao seu eixo e ele é um escritor que escreve, apaga e dita o seu desfecho.
Sempre ... e com desleixo.
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EDUARDO
ÀS 19:22
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“Souvenir” Sente se um recipiente vazio, sente nada ... não sente a prórpria azia, senta e toma ... na mesa e copo vazios, sintoma é a ressaca de um outro dia.
Com a sola no chão vacila um outro passo no disperso consente a razão ... estar sozinho não é sê-lo de certo.
Anda largado naquela prateleira ao lado daquela velha bronze chaleira esperando a quem comprar ... aguardando alguém o levar.
Como um souvenir ... sem saber ao certo onde um dia acabará por ir.
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EDUARDO
ÀS 21:39
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“As Cicatrizes Do Tempo” 
Repare o Sol ... escalando as montanhas até que possa alcançar o amanhecer. respire a salvo ... sufocando aquelas lembranças até que voltem a tona para o entorpecer
e o esvaecer ...
Já se foi tempo, que de volta não se tráz qualquer dia a toda hora ... já não é que tanto faz!
Suspire ao vento ... que balança aqueles galhos por onde certa vez alguém se dependurou. se o reinvento ... ao acoplar alguns poucos retalhos num determinado logos foi o que o cicatrizou
e o imunizou ...
Lá se vai o tempo, que não passa mas ... todo dia, a qualquer hora já não há infarto mais.
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EDUARDO
ÀS 13:54
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"Os Mesmos Nós"  Vamos fingir que somos nós mesmos por hoje pois do amanhã o que será, não há como saber venha pegar estradas e viajar bem longe ... para assim em algum e outro lugar acontecer. Todo caminho leva a mesma terra, por onde olha, o que mais vê é o mar em cima é possível as vezes avistar a lua ... e algum dia ainda o homem lá pisar. Inerente é mentir que as mentiras são as verdades quando reluzem a pura feliz cidade ... invente pegar palavras para montar as suas frases fazer um sonho de bruta realidade. Deite, sonhe ... as lembraças de um você deite ... role, olhos abertos até o amanhecer. Deite ... sonhe, as lembranças do que é viver deite, role ... olhos abertos até o adormecer. Saiba pegar estradas e viajar no onde assim, até aqui foi que cheguei ... faça brincar de darmos os mesmos nós hoje pois do amanha, não sei.
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EDUARDO
ÀS 09:48
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"O Plano Inapropriado De Um Ser Humano Imprevisível" Como seguir com o plano ... é ímpossível tentar e ser humano, incabível seria idem outro qualquer, insensível tanto o bem ou mal qual quer ... inadimissível.
Tudo o que sente ... é exacerbado seja deficiente, ou curado estando perdido em troca de ser achado no relance de um momento ... inapropriado.
Se o gelo é quebrado de forma envolvente quebrado e já colado ... precocemente
o frio cede com o calor o tato afere o rubor o motor é a ação ... a dor amenizada com fricção.
Fração de saturação!
O autoconhecimento e a propriocepção de forma aferente ... faz do normal o seu desvio padrão.
Como seguir contando com o imprevisível ao encarar de frente o que é invencível.
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EDUARDO
ÀS 22:56
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"A Azia Infiel De Um Amor Vulgar" Observe os segundos mutarem todo redor ao seu olhar e disparar conceitos insólitos interpretando o que é vulgar
a verdade estará nua despindo da razão ... se o amor é luxúria!
Absteve, descoberto que a posse é desconstruir o conquistar e deparar com feitos inóspitos, inadequando o conjugar ...
na realidade fria detida com a estação ... das borboletas no estômago, dispepsia.
Se personalizado em vitro, o casual será infiel e possuir se de tal sentimento justifica ser cruel como ditar a uma criança ... de que nunca existiu papai Noel.
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EDUARDO
ÀS 22:30
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"Ato, Efeito Do Ofício"
 Some um à sub atração e divida toda a equação quando deparar ... com uma outra irresolução.
Multe, aplique ... uma nova infração num instante explique: Por que tanta variação?
Se dois é par ... quatro é posição o resultado fica a ofício da imaginação.
Quanto aos números primos, serão eternamente ímpares ...
Na má temática da vida as sentenças continuam inexatas na resolução dos problemas acima as certezas são erratas
Ratas! ... Ratas! .... Ratas! ... Ratas! ...
Cabe ao nexo sintetizar em ação o que é carnal sabe o sexo ... o (X + Y)2 é natural.
Adicione à situação aquele calor latente faça da físico-química uma disciplina indecente e dê ao ato ou efeito ... um grau de co-eficiente.
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EDUARDO
ÀS 23:43
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"O Despertar Do Vocabulário" O prólogo do sono é o dialogar com aquelas senteças curtas, a puras penas, o travesseiro prossegue o sonho em deambular ... ao son ambulância, a sirene do despertador e o chuveiro.
Como proceder no acordar em plena luz de cada manhã ao querer dizer para o levantar ... que o café não tem cor nem sabor!
É sim, pois lá vem a convicção de que a palavra em resolução ... faz nascer n´um plano astral um tom consoante ... que é mero coadjuvante da vida própria de cada vogal.
Prorroga a insônia em silênciar ... cada sílaba omissa de um vocábulo hilário.
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EDUARDO
ÀS 14:02
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